3h57m, pensei que havia levado mais tempo nisso, pois, vou comer. A água de coco não foi suficiente, então suquinho de maracujá, pão e queijo. Chocolate? Boa noite.
4h14m. Me lembrei que o diário está na mala. E como deixar de comentar que as hemorróidas voltaram a atacar, como me calar diante deste fato? Ainda agora tive que enfiar meu dedo no cu, com toda delicadeza para arrancar o cocô sem forçar as minhas preguinhas doloridas, me lavar cuidadosamente e ainda sentir o cheiro da efedrina, que custa a sair. O cu de quem tem medo. É isso, acontece, coisa de quem tem. E usa. Os próximos dias serão para acalmarmo-nos. Voltar. Voltar sem ter ido. Hoje, já acredito que não embarquei. Acredito e gosto. Os dias estavam insuportavelmente intensos. A dúvida sobre levar Teresa ao médico ou não. A febre que acredito emocional vai e volta desde dia 7/7. Apenas febre, nada mais. Esperarei mais um dia. Agora ela está comendo um pouquinho. Agora voltei a fazer as coisas aos pouquinhos. E aqui vamos, mais devagarinho.